quinta-feira, 14 de março de 2019

MUSEU LUIZ GONZAGA E O SERTÃO

FAZENDA TREME - MADALENA-CE

Inauguração em breve


 Logomarca do MUSEU | Gravura de Arievaldo Vianna


Antônio Cícero, Dona Dina e Gonzagão (Missa do Vaqueiro em Canindé)




Arte da fachada do MUSEU


sexta-feira, 8 de março de 2019

NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Dia Internacional da Mulher: Bárbara de Alencar,

a sertaneja 'inimiga do rei' que se tornou a 

primeira presa política do Brasil

Por: Camilla Veras Mota | Da BBC News Brasil em São Paulo

Direito de imagem BIBLIOTECA NACIONAL

Livro de José de Carvalho publicado em 1917: Bárbara ficou encarcerada por mais de três anos, em prisões em Fortaleza, no Recife e em Salvador

Foram dias pendurada no lombo seco de um cavalo, com os braços acorrentados, até que Bárbara de Alencar percorresse quase 500 km entre o Crato e o Quartel da 1ª Linha em Fortaleza, onde seria encarcerada por oito meses por ter declarado a independência de uma pequena vila na capitania do Ceará de Portugal.
O ano era 1817 e ela tinha 57 anos. Era a primeira vez que uma mulher era presa por motivos políticos no Brasil.
Bárbara foi um dos expoentes da Revolução Pernambucana, movimento de oposição à monarquia que fundou uma república em parte do Nordeste mais de 70 anos antes de o marechal Deodoro da Fonseca dar fim ao Segundo Reinado e transformar o Brasil independente em República.
Para a diretora executiva da Biblioteca Nacional, Maria Eduarda Marques, o movimento é o "berço da democracia brasileira" e, apesar de ter sido mais reprimido - e com maior crueldade - do que a Inconfidência Mineira de Tiradentes, é "pouquíssimo estudado".
Em 2017, a Biblioteca Nacional fez uma ampla exposição sobre a Revolução Pernambucana. Entre os documentos daquela época, diz a historiadora, aparecem os nomes de apenas três mulheres: duas escravas e dona Bárbara do Crato, como era chamada.

VER MATÉRIA COMPLETA AQUI: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47472962?ocid=socialflow_facebook&fbclid=IwAR02Hvko1PfGC_V7xQRonELaCqiQwYTlomlTzK838VQNOprE9AmbAl-PcGs&fbclid=IwAR08AMEZm3cplHVhLspiOyjr6hiJZdvRbv7pEy-Y5dHKwujQWn7OfNH73Ts


D. João VI

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

BONITO PRA CHOVER (2)


Chuvas atingem o municipio de Itatira e mudam paisagem no Sertão


Foto: Divulgação


Nos ultimas dias chuvas tem atingido o município de Itatira deixando o clima mais frio, reduzindo as altas temperaturas e mudando a paisagem no sertão. As chuvas têm deixando a paisagem mais verde, ajudado nas plantações feitas por agricultores e melhorado a vida no campo.
As plantações de milho e feijão crescem em comunidades da zona rural de Itatira com agricultores na expecativa de uma boa safra. “Os açudes começaram a pegar água e estamos na expectativa de uma boa safra de milho e feijão para este ano”, diz uma agricultora. “Tou conseguindo agora armazenar água na cisterna, pois antes era apenas com carro-pipa”, diz.

Fonte: http://itatiranews.com

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

BONITO PRA CHOVER






Profetas da chuva em Quixadá-CE

“Profeta das Chuvas” ignora meteorologia e afirma que 2019 será de muita chuva

O profeta das chuvas do município de Conceição, no Vale do Piancó, o agricultor Pedro Pina, 88 anos não concorda com a previsão do meteorologista Rodrigo Limeira, onde afirmou nessa Terça-feira (25), que a La Niña acabou e a tendência para 2019 é o Pacífico Central normal ou a volta do El Niño, ou seja, um ano de poucas chuvas.

Ao repórter F.diassis da Rádio Conceição FM da cidade de Conceição, que voltou ao plantio do idoso que insiste em manter sua roça, ele disse que 2019 será igual a este ano, com registros de chuvas acima da média em muitas regiões do Sertão da Paraíba.
“Vai ser igual a este ano porque Deus está no céu e vai mandar chuva”, profetizou Seu Pedro.

F. Diassis visitou o plantio do agricultor em três ciclos: quando a plantação de milho estava nascida, quando o milho estava verde e agora na colheita do milho seco.


Fonte: Diário do Sertão


O que dizem os profetas 

de QUIXADÁ-CE?

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

RACHEL E LIRA NETO


A mais doce das reacionárias
O escritor e biógrafo Lira Neto relembra entrevista 

de 1992 com Rachel de Queiroz



Ainda jovem repórter, Lira Neto reconta o encontro com Rachel de Queiroz em 1992

Eu começara a trabalhar no jornal havia dois anos. Naquela manhã, recebera a pauta, de meu editor Ricardo Jorge, com um misto de euforia e apreensão. Havia sido escalado para entrevistar Rachel de Queiroz, então prestes a lançar o que viria a ser seu último romance. O entusiasmo só não era maior do que a consciência da responsabilidade.

Para mim, Rachel era entidade quase mítica. Lera seus livros desde os tempos de menino. Alguns por exigência escolar, outros, por opção de jovem leitor que cedo mergulhara nos mistérios da literatura. Primeira mulher a entrar na Academia Brasileira de Letras, dona de vasta obra, Rachel também me chamava a atenção pelas posições políticas, historicamente oscilantes entre o comunismo inicial e o posterior apoio ao governo ditatorial pós-64.

Dividido entre a excitação de repórter novato e a gravidade do encargo, fui ao seu encontro, companhado de Fernando Sá, fotógrafo que compunha a extraordinária equipe do Vida&Arte. Ela nos recebeu em um apartamento na Praia do Futuro. Trajava vestido azul-claro de bolinhas brancas e usava colar de pérolas pequeninas, combinação que adotara quase como marca registrada. Ofereceu-nos café, tapioca e bolo de laranja.

Saí da conversa encantado com Rachel. Ao invés do monstro sagrado da literatura, conheci uma mulher acessível, bem-humorada, sarcástica consigo mesmo. Embora, na ocasião, tenha se definido como incorrigível "anarquista", passei a tratá-la como "a mais doce das reacionárias".

Até hoje guardo a foto daquele encontro. Rachel se foi. Minha barba ficou grisalha, meus cabelos rarearam. Mas, duas décadas e meia depois, suas palavras relativas ao Brasil da época revestem-se de incômoda atualidade. "Sou uma pessoa pessimista e nunca espero pelo melhor", disse-me.

Eu também, Rachel, eu também.
Lira Neto foi jornalista do Vida&Arte e é autor de livros, como Getúlio e Uma história do samba.

FONTE VIDA & ARTE – O POVO (05/11/2018)

LEIA TAMBÉM: https://www.opovo.com.br/jornal/vidaearte/2018/11/rachel-e-lira-um-encontro.html


domingo, 21 de outubro de 2018

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

TALENTO CEARENSE



Imagem dos "Tribalistas" Arnaldo Antunes, Marisa Monte e Carlinhos Brow, pintada por Júlio Santos.

Você já deve ter se deparado, em alguma residência sertaneja, com essas fotografias coloridas a mão, verdadeiras obras de arte. Antigamente o processo era totalmente artesanal e demandava muita paciência e sensibilidade. Hoje em dia, alguns restauradores já utilizam programas de computador na reconstituição de imagens.

 Vamos conhecer agora um mestre desse ofício, o cearense JÚLIO SANTOS:


JÚLIO SANTOS, O MESTRE DA FOTOPINTURA

Júlio Santos é também Mestre Júlio, senhor que desde os doze anos de idade faz fotopintura. Ele queria ser monge, mas acabou mesmo virando um monge da fotopintura.
Ao longo desses anos, Mestre Júlio se reinventou e hoje segue fazendo belos retratos, mas agora usando as ferramentas digitais.
Algumas de suas obras fizeram muito sucesso em São Paulo, na exposição Retrato Popular, realizada pelo Sesc Belenzinho. 
O mestre nasceu e criou-se em Fortaleza, onde mantém o Áureo Stúdio. Foi lá que tudo começou décadas atrás.





CLIQUE AQUI: https://www.youtube.com/watch?v=DLA1CzUB3Fc




QUEM É MESTRE JÚLIO


Mestre Júlio Santos

Nasceu em 1944 em Fortaleza, onde vive e trabalha. Foi na Sociedade Cearense de Artes Plásticas (SCAP), que reunia artistas como Aldemir Martins, Mario Barata e Estrigas, além de seu próprio pai, Didi, que Julio Santos começou a trabalhar, aos 12 anos. No início da década de 70, contribuiu para a reativação do Foto Paris, importante ateliê de fotopintura e estúdio fotográfico em Fortaleza. Em seguida, juntou-se a seu irmão Joaquim e a Antenor Medeiros (parceiro de seu pai Didi na fundação do Áureo Studio) para recuperar a sua oficina, formando a própria equipe de profissionais com garotos de rua.
Poucos são os estúdios que ainda trabalham com retoque e restauro, como o Áureo Studio de Mestre Julio. Para superar as limitações técnicas, ele se atualizou aprendendo a trabalhar com programas digitais de reprodução e tratamento da imagem, ao lado de sua filha Rebeca.
Julio Santos já expôs seu trabalho no exterior, como nas mostras coletivas Europália (Bruxelas, 2011); em Santo Domingo, na República Dominicana (2012), e em Montevidéu (2012), no Centro de Fotografia. Além de ter participado de outras mostras individuais, como na Choque Cultural, por ocasião do lançamento de seu livro, resultado do edital da FUNARTE, em 2010; e na Pinacoteca do Estado em 2012, com a mostra Interior Profundo.

CARIRI CANGAÇO

Adiado o CARIRI CANGAÇO de Paulo Afonso-BA NOTA OFICIAL Diante do atual quadro de Pandemia do Covid-19 que assola nossa Naçã...

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